Estudo apontou que os millennials acreditam que a inconstância é boa para a carreira. Mas, se você quer ser CEO, a história muda

Um estudo recente descobriu que a maioria (75%) dos millennials acredita que a mudança de emprego é boa para suas carreiras. No entanto, esse pensamento é falho para indivíduos que podem estar interessados ​​em liderar uma grande empresa. Surpreendentemente, descobri em minha análise que a maioria dos CEOs da F100 tinha uma extensa experiência em sua atual empresa. Eles não mudavam de emprego e tendiam a passar anos, se não décadas, em uma empresa. O padrão é claro – para administrar uma operação grande, muitas vezes global e complexa, a experiência significativa em diferentes divisões dentro da empresa parece ser uma necessidade próxima.

Quatro em cada cinco CEOs da F100 trabalham na empresa há mais de 10 anos, quase dois terços (61%) trabalham há mais de 20 anos. Mais de um terço (35%) trabalhou em sua empresa por 30 anos ou mais e 9% por mais de 40 anos. A notícia recente de que a GE saiu de sua empresa para encontrar o próximo CEO é rara entre as maiores empresas. Ter um conhecimento significativo da empresa ao longo de anos, se não décadas de experiência, parece ser um pré-requisito para a maioria dos F100.

Como exemplo, Mary Barra, presidente e CEO da General Motors Company, começou a trabalhar para a GM aos 18 anos como estudante cooperativa. Ela ocupou vários cargos de engenharia e administrativos, incluindo o gerenciamento de uma fábrica. Ela ocupou cargos em Manufatura e Engenharia Global, Recursos Humanos Globais e depois se tornou o EVP de Desenvolvimento de Produto Global. Seu papel mais tarde se expandiu para incluir Compras Globais e Cadeia de Suprimentos.

Nas maiores empresas, a experiência da empresa é ainda mais longa, com a média dos CEOs das 10 maiores empresas da Fortune tendo aproximadamente 30 anos de experiência. Como exemplo, Doug McMillon, atual presidente e CEO do Walmart, começou na empresa em 1984 como associado de verão por hora em seu centro de distribuição enquanto cursava seu MBA. Depois da escola, ele voltou à empresa como gerente assistente antes de passar para o merchandising. Ele finalmente atuou em cargos de liderança sênior “em todos os segmentos de negócios do Walmart”.

FONTE: https://forbes.com.br/carreira/2022/05/mudar-de-emprego-nao-e-o-caminho-para-uma-posicao-de-ceo/